Onde os rótulos não tem vez
março 6, 2009
Num mundo, na iminência de ser dominado pelos marqueteiros, parece que quem contar a melhor mentira vai sair vencedor. Fazer um tipinho, bancar um personagem e usar de outras artimanhas exibicionistas parece ser a chave para o sucesso. Mas não necessariamente no futebol.
Em um mundo que consagrou o espetáculo e o pragmatismo, parece que o esporte bretão deu as mão ao segundo e a favas ao primeiro. Esse vai ser o dilema que todos que estão em torno do retorno de Ronaldo, vão ter que conviver.
Fenômeno, como o apelido já diz, é um ícone do espetáculo, um prato cheio para o marketing. Só que agora, que ele volta a pisar nas quatro linhas, mais do que qualquer coisa, ele vai ter que mostrar eficiência. Afinal, no futebol a melhor forma de se fazer marketing é vencer.
Resta saber se ainda interessa ao Ronaldo a carreira de jogador de futebol. Ou ele se contenta em ser apenas (que não é pouco) uma jogada me marketing.